1/5/2016 a 8/5/2016
Museu do Oriente celebra 8º aniversário com semana de actividades gratuitas
O Museu do Oriente celebra o seu 8º aniversário com um programa comemorativo, inteiramente gratuito, de 1 a 8 de Maio. Para públicos de todas as idades e interesses, as actividades incluem concertos, demonstrações, ateliês para famílias, visitas comentadas, conferências e um ciclo de filmes, entre outras.
cardapio.pt @ 18-4-2016 17:51:55
Apostando na diversidade e numa dinâmica participativa, o objectivo é proporcionar oportunidades de descoberta e experiência das várias culturas representadas no Museu do Oriente, numa atmosfera festiva e de partilha. Assim, as mais de trinta actividades programadas levam os participantes num périplo com passagem pela Indonésia, através das melodias do gamelão de Java para ouvir e tocar; pela China da dinastia Ming e da cerimónia do chá zen, para assistir ao vivo comentada por um monge budista; pelo Japão ancestral dos samurais e da arte marcial do Iaido; pela Índia, nos acordes do sitar ou dos movimentos de uma bailarina Bharatanatyam que nos surpreenderá nas salas do Museu.
Esta diversidade espelha ainda as vertentes complementares da actuação do Museu que, desde a sua abertura, articula exposições, artes performativas e actividades de cariz formativo e educativo, em torno da missão de comunicar a herança das relações entre Portugal e a Ásia, ao longo de cinco séculos.
Para dar a conhecer este projecto em detalhe, terão ainda lugar a conferência “Museu do Oriente: visão, colecção e construção” (1 Maio, 17h30) e a visita “Kwok On: uma colecção viva” (1Maio, 15h00), que passa pelas reservas, espaço raramente aberto ao público.
Os dias mais intensos do programa, onde se concentra o maior número de actividades, são também de entrada gratuita no Museu: domingos, 1 e 8 de Maio.
Durante a semana destacam-se “As Relações Humanas”, ciclo de filmes japoneses da actualidade, inéditos em Portugal (2 a 5 Maio), e o concerto “Sinfonia de Dialetos com Música Oriental” (6 Maio).
As celebrações do 8º aniversário do Museu do Oriente inspiram-se na crença chinesa em torno do oito, considerado um número de sorte, prosperidade e sucesso. Com este programa comemorativo, o Museu partilha os bons auspícios da data com os visitantes, que poderão participar no “Mural dos Desejos”, uma instalação feita de pequenas placas decoradas, onde cada pessoa poderá formular o seu desejo.
No dia 8 de Maio, os visitantes dispõem ainda de um serviço especial gratuito de Tuk Tuk de e para o Museu. O percurso faz-se entre a Praça do Comércio e Belém, com paragem no Museu em ambos os sentidos. O veículo, da 2 bee tours, pode ser identificado pela decoração exterior.
Programa
Actividades: as actividades constantes neste programa são de participação gratuita, mediante inscrição no próprio dia e limitadas aos respectivos números máximos.
Conferências e espectáculos: entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete no próprio dia e limitada à capacidade das respectivas salas.
1 de Maio
Como vestir um sari indiano
10.00-14.00
M/ 10 anos
Máx. 20 participantes por dia
O sari é uma peça de vestuário feminino com origem na Índia, sendo o traje típico do país. É formada por uma peça de tecido com cerca de 5,5 metros de comprimento, que se enrola à volta do corpo. Uma das pontas forma a saia e a outra atravessa o tronco, numa diagonal que vai da cintura ao ombro, podendo ainda cobrir a cabeça.
Contos, cantos e outros tantos: narração de contos tradicionais por Ana Sofia Paiva
11.00
Duração: 60’, sem intervalo
M/6
Os “contadores de histórias” são repositórios vivos e perpetuadores de saberes, práticas e rituais de diferentes povos, um pouco por todo o mundo. Na senda da tradição de transmissão oral, vamos ouvir narrativas populares portuguesas, bem como contos, lendas e cantigas de outras paragens. Contadas, cantadas e dramatizadas, estas histórias ganham vida diante dos nossos olhos, numa sessão onde o poder da palavra cria uma “ponte de sentidos para atravessarmos juntos”.
Experiência Hanbok – traje tradicional da Coreia
14.00-18.00
M/5 anos
Máx. 20 participantes por dia
O traje típico da Coreia, o Hanbok, caracteriza-se por cores vibrantes e linhas simples. Outrora usado no dia-a-dia, actualmente o seu uso reserva-se para os dias de festas tradicionais ou ocasiões especiais como o casamento. Com a ajuda de um cenário, os participantes poderão “tirar um retrato na Coreia” e ficar com uma recordação da sua viagem pela cultura do país. Há hanboks para homem, senhora e criança.
Vestuário tradicional chinês
14h00-18h00
M/ 10 anos
Máx. 20 participantes por dia
Alguma vez imaginou como seria a vida nos tempos da China Imperial? Tem curiosidade em saber como as pessoas desse tempo se vestiam? Então, viaje connosco até às épocas de ouro do “País do Meio”! Vamos dar-lhe a conhecer e a experimentar o vestuário tradicional das dinastias Han e Tang, e da ópera chinesa. Aproveite ainda para tirar um retrato da sua viagem pela China dos Grandes Imperadores!
Em parceira com Portal Martim Moniz e a Pensamento Oriental, Lda.
Caligrafia Chinesa
14h00-18h00
Máx. 20 participantes por dia
A caligrafia é uma arte milenar reverenciada em todo o Oriente. Ao longo da tarde poderá observar um mestre a desenhar os elegantes caracteres da caligrafia chinesa e aprender a escrever o seu nome em chinês.
Em parceira com Portal Martim Moniz
Experiência de massagem tailandesa
14h00-18h00
Duração: 15’
M/16 anos
Máx. 20 participantes/dia
Em parceira com Sukkee Spa
Visita comentada
Kwok On: uma colecção viva
15h00
Duração: 60’
M/16 anos
Máx. 25 participantes
Visita à exposição “Sombras da Ásia” e reservas da colecção Kwok On pela curadora Sofia Campos Lopes.
Cerimónia do chá zen
15h00 e 16h30
Duração: 60’
M/16
Máx. 88 participantes/sessão
A cerimónia do chá é um dos aspectos culturais mais importantes da China. Trata-se de um ritual de carácter zen (ou seja, de influência budista), que se baseia em princípios como a promoção da paz interior e a harmonia com a natureza.
Sentados em torno de várias mesas, cada qual presidida por um mestre, os participantes vão poder observar, passo a passo, gesto a gesto, este ritual milenar, que se desenrola em silêncio. Composta por várias fases organizadas numa sequência formal, a cerimónia integra momentos de dança e música tradicional de guzheng tocado ao vivo. Nesta ocasião, um monge budista chinês vai acompanhar e explicar o desenrolar da cerimónia. A experiência culmina com uma deliciosa chávena de chá para todos os participantes.
Organização: Associação Internacional Buddha’s Light de Lisboa (BLIA)
Concerto
Nielsen, Schonberg - Solistas da Metropolitana
16.00
Duração: 75’, sem intervalo
Flauta, oboé, clarinete, trompa e fagote protagonizam este programa de quintetos de C. Nielsen e A. Schönberg.
Conferência
Museu do Oriente: visão, colecção e construção
17.30
Duração: 60’
Oradores: Carlos Monjardino, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Oriente; João Amorim, vogal do Conselho de Administração da Fundação Oriente; Joana Fonseca, curadora da colecção Presença Portuguesa na Ásia, Museu do Oriente; Sofia Campos Lopes, curadora da colecção Kwok On, Museu do Oriente.
2 de Maio
Filme
“The Letters”, de Jiro Shono [2006]
- Ciclo de filmes japoneses “As Relações Humanas”
18.30
Duração 121’ | Legendado em inglês
http://jfdb.jp/en/title/493
http://www.imdb.com/title/tt0882809/?ref_=nm_knf_i1
3 de Maio
Filme
“All Around Us”, de Ryosuke Hashiguchi [2008]
- Ciclo de filmes japoneses “As Relações Humanas”
18h30
Duração 140’ | Legendado em inglês
http://jfdb.jp/en/title/1356
http://www.imdb.com/title/tt1245489/
4 de Maio
Filme
“Sketches of Kaitan City”, de Kazuyoshi Kumakiri [2010]
- Ciclo de filmes japoneses “As Relações Humanas”
18.30
Duração 152’ | Legendado em inglês
http://jfdb.jp/en/title/2254
http://www.imdb.com/title/tt1703068/?ref_=fn_al_tt_1
5 de Maio
Filme
“Pecoross' Mother and Her Days”, de Azuma Morisaki [2013]
- Ciclo de filmes japoneses “As Relações Humanas”
18.30
Duração 113’ | Legendado em inglês
http://jfdb.jp/en/title/3974
http://www.imdb.com/title/tt2210842/combined
Filme
“Being Good”, de Mipo O [2015]
- Ciclo de filmes japoneses “As Relações Humanas”
21.00
Duração 121’ | Legendado em inglês
http://jfdb.jp/en/title/5692
http://www.imdb.com/title/tt3818826/?ref_=fn_al_tt_1
Ciclo de filmes japoneses “As Relações Humanas” em colaboração com a Embaixada do Japão e a Japan Foundation.
Exposição
Riverine | Desenhos de Sajid Bin Doza
Inauguração | 18h30
Exposição patente até 29 de Maio.
Co-organização: Embaixada do Bangladesh
A exposição Riverine – Desenhos de Sajid Bin Doza reflecte as impres¬sões e experiências deste artista e arquitecto, junto a três rios: o Tejo, o Padma e o Brahmaputra. Ao Tejo, que em Lisboa se ligava a algumas das rotas de navegação mais emblemáticas da história da Europa, juntam-se Padma e Brahmaputra, rios da terra natal do artista, símbolos da riqueza de um dos maiores deltas do mundo, no Bangladesh, do qual flui a riqueza da região, incluindo um comércio que durante milénios serviu toda a Ásia. Moldando a topografia, sustentando ou extinguindo modos de vida, os três rios partilham este papel determinante e configurador nos territórios onde se inserem, bem como na História dos seus respectivos continentes.
Através de 25 desenhos e aguarelas, a exposição aborda temas relaciona¬dos com a cultura ribeirinha, incluindo a arte e a arquitectura. Para além disso, Riverine pretende ainda assinalar o longo relacionamento histórico entre Bangladesh e Portugal, ligado ao comércio marítimo, oferecendo um pequeno vislumbre do intercâmbio cultural daí resultante.
6 de Maio
Conferência
Portuguese influences in the delta land of Bangladesh
18h00
Duração: 90’
Conferência em inglês, sem tradução
Conferência pelo arquitecto Sajid Bin Doza e pelo Embaixador do Bangladesh, Imtiaz Ahmed.
Concerto
Sinfonia de Dialetos com Música Oriental
Coro da Universidade de Lisboa
20h00
Duração: 60’, sem intervalo
Direcção Artística: Maestro Eduardo Martins
Sinfonia de Dialetos traz ao público uma rica experiência sonora, através de músicas e textos em dialetos e idiomas exóticos face ao nosso prisma idiomático ocidental, mas também visual, pelo recurso a motivos cénicos. O CUL (Coro da Universidade de Lisboa) apresenta-se numa formação a cappella que, com cerca de 50 vozes e alguns instrumentos percussivos étnicos, far-nos-á embarcar numa viagem rumo ao Oriente, passando pelos vários continentes e bebendo de diferentes culturas. Desde a floresta amazónica ao continente africano, faremos uma passagem pelo Médio Oriente, Índia e Japão. O espaço “dito” lusófono ver-se-á representado numa morna de Cabo-Verde, num canto Nativos do Brasil e na invocação a Shiva, no país em que Vasco da Gama aportou as suas naus, a Índia.
Programa:
Canção Lúdica, Eurico Carrapatoso (1962-)
3 cantos nativos dos índios Kraó, Arr: Marcos Leite
Mangwali M’pulele, Tema tradicional da África do Sul
Força di Cretcheu, Morna de Cabo-Verde
Djambó, Tema tradicional do Quénia
Shalom Aleichem, Melodia Israelita (Arr. Gil Ademá)
Dodili, Melodia Israelita
Uskudara, Melodia Turca
Namah Shivaya, Mantra Hindu
Furusato e Koyo-no-tsuki, Melodias tradicionais do Japão
Takeda no Komoriuta
Adiemus, Karl Jenkins (1944-)
8 de Maio
Ensaio aberto de Gamelão com o grupo Yogistragong
10h00
Duração: 180’
O gamelão é uma verdadeira orquestra composta por instrumentos de percussão, como metalofones, xilofones, gongos, tambores, entre outros. O som produzido resulta da coordenação dos vários executantes, numa surpreendente harmonia e coordenação de esforços.
Vamos assistir aos ensaios de Yogistragong, grupo lisboeta de gamelão, fundado por Elizabeth Davis. Timpanista e chefe de naipe de percussão da Orquestra Sinfónica Portuguesa, Elizabeth Davis é ainda responsável pela Escola de Gamelão de Java do Museu do Oriente, iniciativa anual que vai já na oitava edição.
Para ouvir, músicas tradicionais indonésias e peças contemporâneas de estilos que podem incluir o jazz e a música de fusão. Graças ao seu amplo espectro sonoro e potencial expressivo, nas últimas décadas têm sido compostos novas peças bem como arranjos de temas existentes especificamente para gamelão. É nesse universo sonoro que vamos mergulhar neste ensaio aberto.
Visita-jogo para famílias
Feitos num 8!
10h00 e 15h00
Duração: 90’
Público-alvo: a partir dos 6 anos (acompanhados por um adulto)
Máx. 25 participantes por sessão
1,2,3,4,5,6,7… 8! Vamos procurar o número 8 pelo Museu! No Oriente, este número é muito valorizado e por isso o encontramos associado às histórias de alguns dos objectos das colecções expostas. Diz-se que simboliza o equilíbrio do mundo e que quando deitado representa o infinito…Nesta visita, vamos descobrir sob que formas este número se esconderá!
Visitas orientadas
8 Peças | 8 Histórias
10h00 às 16h30, vários horários
M/ 6 anos
Máx.25 participantes por visita/peça
Ao longo de oito anos, a colecção do Museu do Oriente foi mote para inúmeras viagens ao passado, ao presente, entre Ásia e Ocidente. Seleccionámos 8 peças para comemorar cada um dos anos de existência do Museu.
10h10 - 10h30
O DEUS VISHNU DEITADO NUMA CAMA FORMADA POR NAGA
Índia, Karnataka (séc. XVIII)
10h50 - 11h10
MENINO JESUS BOM PASTOR
Goa, século XVII
11h30 -11h50
GARRAFA
China, dinastia Ming, período de Wanli (1573-1619), c. 1590-1620 ou posterior
12h10 -12h30
FACAS DE CORDÃO UMBILICAL
Timor-Leste (Ainaro), c. 1900
14h30 -14h50
GANESH
Andra Pradesh, século XX
15h10 -15h30
BIOMBO
Assinado Tsuda Dou-sen (1804-1856),
Província Akita, Japão, 1ª metade do século XIX, período Tenpo (1830-1844)
15h50 -16h10
FRASCO DE RAPÉ
China, 1821-1850
16h30 -16h50
Armadura do Tipo HON YIOZANE NUINOBE DO
Japão, período Edo (1615-1868)
Como vestir um sari indiano
10.00-14.00
M/ 10 anos
Máx. 20 participantes por dia
O sari é uma peça de vestuário feminino com origem na Índia, sendo o traje típico do país. É formada por uma peça de tecido com cerca de 5,5 metros de comprimento, que se enrola à volta do corpo. Uma das pontas forma a saia e a outra atravessa o tronco, numa diagonal que vai da cintura ao ombro, podendo ainda cobrir a cabeça.
Demonstração e Workshop
Iaido – Arte Marcial Japonesa
11.00 e 17.00
Com mestre Joaquim Mendes
Demonstração: 15’
Workshop: 45’
M/ 16 anos
Máx. 15 participantes por demonstração
Os interessados em participar no workshop deverão trazer roupa confortável, que permita liberdade de movimentos.
O mestre Joaquim Mendes e os seus alunos vão demonstrar a arte marcial japonesa de desembainhar a espada ou Iaido. Em seguida, os interessados poderão experimentar alguns movimentos e iniciar-se nesta prática de introspecção e meditação, fiel ao espírito dos lendários guerreiros samurais.
Iaido é a arte marcial japonesa de desembainhar a espada. O nome é algo vago e sujeito a diversas interpretações, como aliás é comum na cultura japonesa, porém pode ser traduzido como “o caminho para estar presente”. A ideia de “presença” remete para a constante atenção e preparação necessária aos samurais para enfrentarem qualquer situação. Este significado traduz-se na prática, pelo facto de todos os movimentos começarem e terminarem com a espada embainhada.
A prática que hoje designamos de Iaido deriva do ancestral Iaijutsu, uma das vertentes técnicas de manejo da espada japonesa que se desenvolveram a partir do século VIII, dada do nascimento deste instrumento, principal símbolo do guerreiro e reflexo da sua própria alma. Desta vertente espiritual emana o segundo propósito da espada: para além de derrotar os inimigos, servia para refrear o ego do seu dono. É assim que a espada passa a representar qualidades como a lealdade, o altruísmo, honra, sinceridade, justiça e coragem.
Por consequência, a arte de manejar a espada adquire uma dimensão introspectiva e meditativa, ligada ao apurar da consciência, concentração e auto-controlo. É neste espírito que assenta o Iaido. A modalidade é praticada em silêncio, sobretudo individualmente [70%], e o resto em interacção com um ou mais parceiros.
Conferência por Camilo Martins de Oliveira
Japão – itinerário de muitos olhares
11.00
Duração: 60’
Esta conferência vai abordar os diferentes matizes que formam a complexa realidade cultural e social que é o Japão. Desde as origens à história política das religiões passando pela herança chinesa, serão ainda aflorados temas como o século cristão e o encontro com o ocidente, a arte e a literatura.
Breve história e demonstração de sitar
por Paulo Sousa
12.00 e 17.30
Duração: 30’
O sitar é o mais popular instrumento indiano, não só na Índia, como no mundo ocidental. O sitar tornou-se um ícone da cultura indiana, sendo o principal instrumento representante da música clássica do norte daquele país. Nomes como Ravi Shankar ou Vilayat Khan contribuíram para a sua popularidade em todo o mundo, especialmente nas décadas de 60 e 70, aquando da confluência da expansão da cultura pop musical ocidental com a descoberta da espiritualidade da Índia.
Paulo Sousa, etnomusicólogo, é um dos músicos portugueses que mais tem divulgado o sitar e a música hindustânica em Portugal, através dos muitos concertos a solo e colaborações que realizou na última década, bem como conferências e palestras.
Experiência Hanbok – traje tradicional da Coreia
14.00-18.00
M/5 anos
Máx. 20 participantes por dia
O traje típico da Coreia, o Hanbok, caracteriza-se por cores vibrantes e linhas simples. Outrora usado no dia-a-dia, actualmente o seu uso reserva-se para os dias de festas tradicionais ou ocasiões especiais como o casamento. Com a ajuda de um cenário, os participantes poderão “tirar um retrato na Coreia” e ficar com uma recordação da sua viagem pela cultura do país. Há hanboks para homem, senhora e criança.
Vestuário tradicional chinês
14.00-18.00
M/ 10 anos
Máx. 20 participantes por dia
Alguma vez imaginou como seria a vida nos tempos da China Imperial? Tem curiosidade em saber como as pessoas desse tempo se vestiam? Então, viaje connosco até às épocas de ouro do “País do Meio”! Vamos dar-lhe a conhecer e a experimentar o vestuário tradicional das dinastias Han e Tang, e da ópera chinesa. Aproveite ainda para tirar um retrato da sua viagem pela China dos Grandes Imperadores!
Em parceira com Portal Martim Moniz e a Pensamento Oriental, Lda.
Caligrafia Chinesa
14.00-18.00
Máx. 20 participantes por dia
A caligrafia é uma arte milenar reverenciada em todo o Oriente. Ao longo da tarde poderá observar um mestre a desenhar os elegantes caracteres da caligrafia chinesa e aprender a escrever o seu nome em chinês.
Em parceira com Portal Martim Moniz
Visita-oficina para famílias
O leão guardião!
15.00
Duração: 90’
Público-alvo: a partir dos 4 anos (acompanhados por um adulto)
Máx. 25 participantes
Sou leão, o rei da selva, imponente e majestoso, solto fortes rugidos para o meu grupo defender. Na China, houve quem pensasse que, à porta de templos e palácios, protecção poderia trazer. E, no início do ano, é a dança do leão que, em cada rodopio, de alegria e felicidade todos deve encher. Em dia de comemoração como este, não poderia de deixar de aparecer!
Conferência-demonstração de Taiji
com mestre Hu Xilong (China)
15.00
Duração: 75’, sem intervalo
O taichi é uma prática ancestral chinesa que visa a união entre o ser humano e o universo. Ao cabo de milénios de evolução e prática, tornou-se um conceito global de bem-estar e saúde. Criado pelo mestre Hu Xilong, o Mother Nature Taiji, que será apresentado nesta conferência, engloba a essência da cultura chinesa e elementos da sua medicina tradicional. Centrado numa promoção compreensiva da saúde, o Taiji permite aos praticantes atingir o seu potencial de auto-regeneração.
Workshop de Gamelão de Java
com Elizabeth Davis
15.30 e 16.30
M/7 anos
Máx. 15 participantes por sessão
Uma oportunidade para experimentar os instrumentos de percussão que formam o gamelão de Java, entre gongos, tambores, metalofones e xilofones. De entra os vários exemplos existentes nos países orientais, o Gamelão da Ilha de Java é o maior e mais rico em termos de diversidade de sons e variedade de repertório. A sua escala pentatónica influenciou vários compositores ocidentais, como por exemplo Debussy, Ravel, Messiaen e Steve Reich.
Para além da beleza do som, o gamelão tem um grande potencial pedagógico, pois promove o espírito de grupo, a cooperação e a integração. Em termos individuais, promove a auto-confiança e a concentração, podendo ser experimentado sem limites de idade ou conhecimento prévio de música.
Visita-oficina para famílias
Nas asas de mil tsurus
17.00
Duração: 60’
Público-alvo: a partir dos 8 anos (acompanhados por um adulto)
Máx. 25 participantes
As asas de mil tsurus o teu sonho podem trazer. Basta que, para tal, em origami os queiras tentar fazer. Pássaro de longa vida, que poderes sobrenaturais se julgava ter. Teria então razão para nunca envelhecer?
cardapio.pt @ 18-4-2016 17:51:55
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