20/6/2016 a 30/6/2016 Exposição de fotografia ‘Os Mariemes’ de Luís Godinho na Fábrica do Braço de Prata

Até dia 30 de Junho, está patente na Fábrica do Braço de Prata, na Sala Michel Foucault, a exposição de fotografia ‘Os Mariemes’.  De autoria do fotógrafo Luís Godinho, natural dos Açores, a exposição é composta por 30 imagens que contam a história da missão e das pessoas que os Mariemes encontraram por lá. A exposição conta com o apoio da Expert como mecenas. 

cardapio.pt @ 20-6-2016 17:46:49

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"Uma das nossas preocupações é o zelo pelo bem estar da cultura do nosso país. Para nós, é extremamente importante apoiar este tipo de iniciativas pois estamos a apoiar a cultura e um conterrâneo nosso, levando o seu nome e dos Açores mais longe, mostrando o trabalho que por lá se faz e os profissionais que lá moram”, afirma Luís Vasco Cunha, Administrador do Grupo Susiarte.

Mariemes é o nome que uniu todos os aventureiros que acompanharam a AMI nesta missão humanitária ao Senegal. Marieme é o nome de uma menina senegalesa, filha de um técnico de uma ONG parceira da AMI no Senegal. A Marieme, passava o dia junto dos aventureiros, fosse a brincar ou apenas a observar os trabalhos que se iam fazendo. Ela, foi o elo de ligação, a unificadora de todos os participantes desta missão. Quando houve necessidade criar um grupo de conversa para os aventureiros, numa rede social, a escolha do nome desse grupo foi unânime: “Os Mariemes”.

Luís Godinho, fotógrafo e também ele Marieme, descreve o que por lá sentiu: "Tudo o que o sonho precisa para ser realizado, é alguém que acredite nele. Ir numa missão ao Senegal, era um dos meus sonhos. A viagem, fez-me olhar para vida de uma forma mais pura e verdadeira. Num mundo egocêntrico, ter a oportunidade, nem que seja por cinco minutos, de fazer a felicidade de alguém, é algo mágico e impagável”.

A descrição desta viagem não pode ser feita de outra forma senão, na primeira pessoa. “A XV Aventura Solidária da AMI ao Senegal foi, também por isso, especial, intensa e inesquecível. Guardarei na memória todas as manifestações de cultura que me foram dadas a ver; fosse através das danças ao som dos Djembes, dos rituais com água e leite das famosas lutas Lamb, dos centros de saúde, de vacinação e costura, dos mercados e dos imponentes embondeiros. Os traços dos rostos dos mais velhos e o olhar penetrante e doce das crianças, perpetuam-se na lembrança de todos os aventureiros e técnicos da AMI”, descreve Luís Godinho. “Quem se aventura numa missão destas, acaba sempre por dizer, que trouxe muito mais do que o que deixou”, acrescenta.

Esta exposição de 30 imagens jamais poderá contar as emoções vividas pelo grupo e pelo fotógrafo e é apenas uma menção à grandiosidade de sentimentos que se deram a todo o momento.

“Sei que os laços que criámos entre nós e aquele povo, farão para sempre, parte da minha existência enquanto pessoa. Como testemunha visual ficará o registo fotográfico, que espero, possa permanecer para além de mim e perpetuar no tempo a imagem deste povo e a bondade das pessoas que nunca se esquecem dele”, conclui Luís Godinho.

A exposição está patente na Fábrica do Braço de Prata, na sala Michel Foucault, até dia 30 de Junho, de acordo com o horário do espaço.


INFORMAÇÕES

Datas: Até 30 de junho de 2016

Local; Fábrica do Braço de Prata, Lisboa

cardapio.pt @ 20-6-2016 17:46:49


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