Galeria LuminArte apresenta: Surrealismo Luso-Americano do Séc. XXI
Surrealismo LUSO-AMERICANO do séc.XXI é a continuação de uma série de exposições relacionadas com o projecto “International Surrealism Now” do artista plástico português Santiago Ribeiro. Esta exposição única apresentará obras dos artistas portugueses Victor Lages, Paula Rosa, Francisco Urbano e Santiago Ribeiro, bem como dos artistas americanos France Garrido, Joe MacGown, K.D. Matheson, Shahla Rosa, Steve Smith e Olga Spiegel.
cardapio.pt @ 19-3-2014 12:47:29
International Surrealism Now começou em Coimbra, em 2010, quando Santiago Ribeiro concebeu uma grandiosa exposição, que contou com a organização da Fundação Bissaya Barreto. O evento foi também apresentado em Conímbriga, celebrando o 50 º aniversário do Museu Monográfico de Conimbriga (segundo museu mais visitado em Portugal) e, posteriormente, foi apresentado em Paris, com o apoio da Fundação Bissaya Barreto e da GAPP – Galeria de Arte Portugal Presente. A exposição decorreu também em Madrid, com o apoio de Yamal Din e em Berlim, uma vez mais organizada por Santiago Ribeiro. Mais recentemente, Santiago Ribeiro estabeleceu uma parceria com o artista Victor Lages, autor do projecto ” Utopia de Arte Fantástica “, com a finalidade de organizar novas exposições em Lisboa e em outros locais, nacionais e internacionais.
Nas pinturas do artista português Santiago Ribeiro, complexas composições ilustram uma profunda preocupação com as sociedades modernas e com os seus comportamentos individuais e colectivos. O trabalho de Santiago Ribeiro está presente em numerosas colecções privadas, assim como na Colecção de Arte Contemporânea do Museu Nacional Machado de Castro e na Fundação Bissaya Barreto em Coimbra, Portugal.
As composições de Shahla Rosa, surrealista canadiana-americana, são inspiradas em André Breton, Sigmund Freud e Dante Alighieri e exploram temas da natureza humana e do subconsciente. A artista pinta os seus pensamentos mais profundos sobre a tela, numa tentativa de lançar luz sobre o seu Eu interior, uma busca através do que ela denomina de Subconsciente Acordado e a interpretação das suas reacções emocionais à beleza do mundo e à falsidade numa procura de verdades universais. “Ao pisar nos campos do desconhecido e das possibilidades, rendemo-nos à mente criativa que orquestra a dança do universo.”
O desenhos do artista Steve Smith, sediado na California, são puro automatismo psíquico, tal como foi definido por André Breton, em 1923, no Manifesto Surrealista, e aproximam-se das meditações Taoistas, na espontaneidade e na liberdade da expressão. Deste modo, o trabalho artístico é criado de um modo livre, da mente, tão consciente quanto possível, com o mínimo de planeamento e interrupção, permitindo ao artista explorar as profundezas das imaginação e mergulhar na natureza fundamental da realidade.
cardapio.pt @ 19-3-2014 12:47:29
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