4/9/2015 a 26/9/2015 Guimarães: Centro Cultural Vila Flor celebra 10º aniversário com um mês de música, teatro e dança

Durante o mês de setembro, o Centro Cultural Vila Flor (CCVF), em Guimarães, cumpre 10 anos de atividade. Como proposta para celebração, que durará um mês inteiro, o CCVF aposta numa programação variada. Haverá dois concertos no jardim (Manta), com um regresso (Manel Cruz) e uma estreia absoluta (Angel Olsen). 

cardapio.pt @ 28-8-2015 12:18:26

Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp

Uma peça de dança contemporânea (“Pântano”) em regime de coprodução por uma companhia associada (Útero). No teatro, uma estreia (“Pantagruel”), que resulta do trabalho do Teatro Experimental do Porto com o Teatro Oficina, companhia residente. E fechará como abriu, com uma estreia absoluta (“Festival”), pela companhia de teatro mala voadora.


Celebrar 10 anos de vida de um equipamento arquitetónico da qualidade e da importância do Centro Cultural Vila Flor não poderia nunca confinar-se à sua ordem material, apesar de bela; mesmo à condensação da sua imparável história contada num só dia. Soube-se então, e sabe-se hoje, que o dia 17 de setembro de 2005 haveria de mudar, elevando, o paradigma artístico da cidade de Guimarães a níveis de reconhecimento internacional. Tudo terá começado pelo sonho de inúmeras pessoas ao longo dos tempos, que haveria de ganhar forma mais real e definitiva com o surgimento de um magnífico espaço multifuncional, o CCVF, que respondia como nenhum outro à ambição de uma fruição cultural sem precedentes. Esse valor imaterial crescente foi construído com base na visão que a cidade implementou, enquanto estratégia para a valorização da cultura, como fator identitário de Guimarães, no plano nacional e internacional e, ainda, enquanto veículo portador de oportunidades para os seus habitantes em geral.


Pantagruel

Pantagruel

Chegados aqui, e antes de voltarmos a sonhar todos juntos sobre o que poderá ser a nova década do CCVF e da cidade no campo cultural, é obrigatório, ao longo deste mês de setembro, representar parte das linhas orientadoras da programação deste utópico lugar que todos habitamos e das várias linguagens que constituem o seu mosaico artístico. A primeira convocatória surge logo no primeiro fim de semana de setembro, com o Manta, nos dias 04 e 05. Um momento perfeito para o início das celebrações com o regresso de Manel Cruz (sexta-feira, às 22h30) ao jardim do CCVF, seguido de uma estreia absoluta em Portugal da cada vez mais cintilante Angel Olsen (sábado, às 22h30). Estes artistas representam a linha contemporânea da programação na área da música e a força autoral na arte de escrever canções. Após ambos os concertos, a energia festiva prolonga-se no jardim do CCVF com DJ sets a cargo de Lovers & Lollypops Soundsystem e Isidro Lisboa (Rádio Nova), respetivamente.

No dia 12 de setembro, às 22h00, o Grande Auditório do CCVF é palco para a dança contemporânea através da coprodução “Pântano”, do Útero, uma estrutura associada do CCVF, que tem transportado o nome de Guimarães pelos corredores internacionais, fruto da circulação das suas criações artísticas, algumas delas construídas a partir deste lugar.

 De 17 a 20 de setembro, sempre às 22h00, os jardins do Centro Cultural Vila Flor serão invadidos pela estreia de “Pantagruel”, uma coprodução da companhia residente da Oficina, o Teatro Oficina, com o Teatro Experimental do Porto que, uma vez mais, assinala e reforça a estratégia de Guimarães, enquanto cidade de criação, e a importância da valorização da comunidade artística da cidade, na relação com o universo que a circunda.


No dia 26 de setembro, também pelas 22h00, na Black Box da Fábrica ASA, as celebrações encerram com a estreia absoluta de “Festival”, uma peça de teatro em regime de coprodução, da autoria da companhia mala voadora. Uma relação de longa data, que simboliza também a capacidade que o CCVF tem tido para construir ligações fortes com os artistas, que se estende à cidade e ao seu projeto cultural corrente.


Música, dança e teatro, com 3 estreias absolutas e outras tantas coproduções, constituem uma amostra representativa da força da criação e da sua pluralidade artística, no caminho percorrido pelo CCVF durante a sua década de existência. Que prossiga a vontade de fazer mais, de celebrar mais aniversários, porque este magnífico edifício foi construído para ser habitado por pessoas: público e artistas. A arte de sonhar não se esgota aqui, porque nesta celebração reforçam-se convicções e valores de um caminho traçado e cumprido, mas também de um futuro à espera de ser trabalhado com a inevitável necessidade de superação dos limites.

cardapio.pt @ 28-8-2015 12:18:26


Clique aqui para ver mais sobre: Teatro


Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp