14/9/2019 a 22/9/2019
Companhia Mascarenhas-Martins apresenta "Até Parece" em Almada
Até Parece, um espectáculo da Companhia Mascarenhas-Martins com encenação de Levi Martins, regressa em setembro na Incrível Almadense, com apresentações nos dias 14, 15, 21 e 22.
cardapio.pt @ 3-9-2019 15:11:25
O texto constitui a estreia de Miguel Branco, jornalista almadense, na escrita para teatro. Os intérpretes são André Alves, Eduardo Dias, Estela Zambujo, João Jacinto, Levi Martins e Pedro Nunes.
Sinopse
Isto
sempre foi assim. Como? Sabemos lá, mas que sempre foi assim isso
podemos garantir.
Talvez aquela coisa de nunca estarmos bem sentados numa cadeira,
cruzamos a perna direita sobre a perna esquerda, cruzamos a perna
esquerda sobre a perna direita, coçamos a garganta e ficamos na mesma.
Anúncios de colchões ortopédicos que resolvem a ausência
de sono, documentários sobre crocodilos, gente viciada em leite, gente
viciada em vinagre, a centrifugação que embala o ambiente daquelas
lavandarias automáticas, dois irmãos milionários num luxuoso resort
lunar, geleiras cheias de cerveja ao domingo.
Até Parece
mistura quatro realidades – curioso termo – que denunciam a tal
impossibilidade de estarmos bem sentados. Mas está tudo bem. Isto sempre
foi assim.
Miguel Branco
Nasceu
em Almada em 1991. Licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de
Comunicação Social do IPL. É actualmente jornalista freelancer,
tendo antes passado pelas redacções do Jornal i,
do Sol
e da
Time Out Lisboa.
Já colaborou com o Observador
e com a Antena 3.
Esteve sempre ligado ao jornalismo cultural e, gradualmente, tem-se aproximado do teatro. Em 2014, para o
i,
acompanhou o processo de criação do encenador croata Ivica Buljan, a propósito de
Cais Oeste,
de Bernard-Marie Koltès (espectáculo criado para o Festival de Almada),
trabalho que o fez vencer o Prémio Internacional de Jornalismo Carlos
Porto. Viria a repetir este tipo de trabalho para o
Observador, acompanhando o actor Nuno Lopes na construção da sua personagem para
A Noite da Iguana,
de Tennessee Williams, com encenação de Jorge Silva Melo e com Os Possessos, a propósito de
O Novo Mundo,
na Culturgest. Mais recentemente acompanhou Miguel
Bonneville no trabalho de criação do espectáculo A Importância de Ser Georges Bataille, que resultou na edição do livro
Abutres do Amor. Até Parece
é o seu primeiro texto para teatro.
Ficha artística e técnica
Interpretação: André Alves, Eduardo Dias, Estela Zambujo, João Jacinto, Levi
Martins e Pedro Nunes
Texto: Miguel Branco
Encenação: Levi Martins
Cenografia e figurinos: Adelino Lourenço
Música, som e design: André Reis
Registo vídeo e operação de som: Inês Monteiro Pires
Assistência de encenação e produção: Pedro Nunes
Assistência de produção: Estela Zambujo e João Jacinto
Apoio: Fundação GDA, Câmara Municipal do Montijo, Junta de Freguesia da União
das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro, Sociedade Filarmónica 1.º de Dezembro, Ateneu Popular de Montijo
Informações
Datas: 14, 15, 21 e 22 de setembro de 2019
Local: Incrível Almadense, Almada
Horários: Sábados - 16h00 e 21h30 | Domingos - 16h00
Preço: 5 euros
cardapio.pt @ 3-9-2019 15:11:25
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