20/10/2015 a 20/10/2015
Debate: "Cidades performativas: Arte, espaço público e transformação urbana" em Serralves
Ao acolher a itinerância da 31ª Bienal de São Paulo, o Museu de Serralves dá continuidade ao debate "Cidades Performáticas: arte, espaço público e transformação urbana”, iniciado pela Fundação Bienal e pelo Arq.Futuro em 2014, em São Paulo, por ocasião do encerramento da mostra no Brasil.
Serralves @ 19-10-2015 10:34:46
A cidade como o grande palco, a arquitetura como (re)invenção, a criatividade como elemento transformador das relações indivíduo/ambiente e a cultura como papel central nestes processos. Estes são os eixos do seminário "Cidades Performáticas”, uma organização da Fundação Bienal de São Paulo e do Arq.Futuro, em parceria com a Fundação de Serralves.
Duas vertentes estarão em foco no seminário: a estratégia cultural de caráter permanente, que leva à construção dos grandes museus, teatros e centros culturais como equipamentos fixos das cidades, e a estratégia cultural efémera, que prevê as intervenções urbanas táteis, através de estruturas móveis ou formas de acionamento dos equipamentos e espaços urbanos.
O seminário vai reunir gestores públicos e privados, curadores e urbanistas de Portugal, Espanha, Brasil e Inglaterra, para debater questões prementes no âmbito das cidades contemporâneas e novas estratégias e soluções a partir da "Economia Criativa”.
Organização: Fundação Bienal de São Paulo e do Arq.Futuro, em parceria com a Fundação de Serralves
Acesso: Entrada livre. (Lugares limitados à capacidade do auditório.)
LOCAL Museu de Serralves
HORÁRIO 09h00 - 17h00
DATA 20 OUT 2015
PROGRAMA
9h00-9h30
Abertura
- Luís Braga da Cruz, presidente da Fundação de Serralves
- Lidia Goldenstein, diretora da Fundação Bienal de São Paulo
- Tomas Alvim, cofundador do Arq.Futuro
- Gelson Fonseca, cônsul-geral do Brasil no Porto
9h30-10h30
Palestra inaugural: Regeneração urbana, desenvolvimento de competitividade e cidadania
- Jordi Pardo, consultor internacional e gestor de projetos culturais, especializado em desenvolvimento territorial, regeneração urbana e governança. É membro do painel de seleção e monitoramento das Capitais Europeias da Cultura. É fundador da Nartex Barcelona, empresa de inovação em turismo, economia criativa
e desenvolvimento.
10h30-11h30
Palestra: Revitalizar cidades, ato contínuo - os casos do Rio de Janeiro e do Porto
- Washington Fajardo, arquiteto e urbanista, preside o Instituto Rio Patrimônio da Humanidade. Introduziu o mecanismo de financiamento que possibilitou a operação urbana Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Criou as Arenas Cariocas, programa municipal que leva cultura e lazer a regiões carentes da cidade. É autor do projeto vencedor para a revitalização do Mercado Ver-o-Peso, em Belém, estado do Pará.
- Paulo Cunha e Silva, médico de formação, escritor e crítico de arte, é vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto, em Portugal. Reconhecido no circuito internacional como formulador de políticas
culturais, Cunha e Silva desenvolveu projetos para Porto, 2001 - Capital Européia da Cultura, nas áreas de Literatura, Ciência e Pensamento.
11h30-12h30
Debate: A regeneração urbana via cultura: identificando avanços e impasses
- Jordi Pardo, Nartex Barcelona
- Washington Fajardo, Instituto Rio Patrimônio da Humanidade
- Paulo Cunha e Silva, Câmara do Porto, Portugal
Mediação: Lidia Goldenstein, economista e diretora da Fundação Bienal de São Paulo
13h00-14h00
Almoço
14h00-14h30
Palestra: O potencial de transformação urbana de um centro cultural: o caso Sage-Gateshead
Katherine Zeserson, ativista cultural independente, ex-diretora de Ensino e Participação do centro cultural Sage-Gateshead (Newcastle, Inglaterra), onde desenvolveu programa de música para a comunidade aclamado internacionalmente. Participa do projeto Transform, do British Council, e apresenta-se com os grupos vocais Human Music e Mouthful.
14h30-15h00
Palestra: Espaços expositivos X espaço público: os casos de Inhotim, Serpentine Galleries e Bienal de São Paulo
- Jochen Volz, historiador de arte, curador da 32ª Bienal de São Paulo. Atuou como coordenador de programas das Serpentine Galleries, em Londres, e foi diretor artístico do Instituto Inhotim, em Minas
Gerais, Brasil, trabalhando com a obra de artistas como Hélio Oiticica, Adriana Varejão e Doris Salcedo.
15h30-17h00
Painel final: Interações entre arte e espaço público: sinalizações para o futuro
- Katherine Zeserson, fundadora do Sage-Gateshead (Newcastle, Inglaterra)
- Nuno Carinhas, diretor-geral do Teatro Nacional São João (Porto, Portugal)
- Suzanne Cotter, diretora do Museu Serralves (Porto, Portugal)
- Rui Pedro Pereira, diretor artístico da Fundação Casa da Música do Porto (Porto, Portugal)
- Jochen Volz, curador da 32ª Bienal de São Paulo
Mediação: Laura Greenhalgh, diretora do Arq.Futuro
Serralves @ 19-10-2015 10:34:46
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