"Madrugada" de Leonor Noivo estreia no Festival Internacional de Cinema de Roterdão
O mais recente filme de Leonor Noivo integra a competição do Festival Internacional de Cinema de Roterdão. É a estreia internacional de "Madrugada" e o regresso da realizadora ao festival holandês.
cardapio.pt @ 10-1-2022 09:20:26
A decorrer entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro, o International Film Festival Rotterdam selecionou “Madrugada”, de Leonor Noivo, para a Ammodo Tiger Short Competition. A curta-metragem venceu o Prémio de Melhor Filme da Competição Nacional do último Curtas Vila do Conde, e estreia agora internacionalmente na 51ª edição do festival de cinema holandês.
A seleção marca também o regresso de Leonor Noivo ao festival de Roterdão, que já havia selecionado duas obras da cineasta portuguesa em edições anteriores — “Setembro”, em 2017, e “Tudo o que imagino”, em 2018.
“Madrugada” foi produzido pela Terratreme Filmes e conta com a distribuição da Agência da Curta Metragem.
Leonor Noivo estudou Fotografia e Arquitectura antes de ingressar na ESTC em Lisboa, onde se especializou em Montagem e Realização em 2004. Completou o Curso de Documentário dos Ateliers Varan em 2006 na Fundação Calouste Gulbenkian. Desde aí é anotadora, argumentista e assistente de realização em filmes de ficção e documentários, tendo trabalhado com diversos realizadores (como João Pedro Rodrigues, João Salaviza, João Nicolau, Marília Rocha, Pedro Pinho, Tiago Hespanha, João Vladimiro, João Botelho, Carlos Conceição, Inês Oliveira, Filipa Reis e João Miller, entre outros). Colaborou com diversos criadores da área do espetáculo, na criação de conteúdos e instalação de vídeo, bem como em Oficinas de Projecto Cinematográfico nos Cursos de Cinema do ArCo, ESMAD ou ESAD. É co-fundadora da produtora TERRATREME Filmes, plataforma de cineastas criada em 2008, onde tem desenvolvido, a par dos seus filmes, o trabalho como produtora na coordenação e acompanhamento de projectos de ficção e de documentário.
Sinopse: Maria começa a ter sinais de pertencer a outro lugar: surgem escamas na pele, raízes nas pernas, e ela ouve o som da água - sonha ser peixe. Um dia a sua filha depara-se com o seu desaparecimento e reconstruirá, pela memória dos gestos e desencontros, uma possível explicação para a sua fuga.
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