24/11/2019 a 11/1/2020 Exposição "Locus Amoenus, Locus Horribilis”, de Jonathan Uliel Saldanha, na Solar - Gleria de Arte Cinemática - Vila do Conde

A Solar – Galeria de Arte Cinemática, em Vila do Conde, apresenta  “Locus Amoenus, Locus Horribilis”, uma exposição de Jonathan Uliel Saldanha com live act. A mostra inaugura a 24 de novembro e pode ser visitada até 11 de janeiro de 2020.

cardapio.pt @ 15-11-2019 16:21:52

Antes de terminar o ano, a Solar — Galeria de Arte Cinemática apresenta a exposição “Locus Amoenus, Locus Horribilis”, de Jonathan Uliel Saldanha, um dos artistas mais relevantes da contemporaneidade da arte portuguesa de caráter multidisciplinar. “Locus Amoenus, Locus Horribilis” terá a sua inauguração dia 22 de novembro, às 18h. A inauguração será marcada por um "live act" da dupla composta por Jonathan Uliel Saldanha e por Diogo Tudela (dois dos membros do coletivo Terror). Paralelamente, Daniel Martins, artista convidado para o projeto CAVE apresentará a instalação “Everything is fine”.

A exposição, que estará patente na Solar até 11 de janeiro de 2020, tem organização da Curtas Metragens CRL no âmbito da programação da Solar — Galeria de Arte Cinemática, cujos grandes apoiantes são a Câmara Municipal de Vila do Conde e a Direção-Geral das Artes.

Em “Locus Amoenus, Locus Horribilis”, observam-se excertos selecionados a partir das experiências fílmicas desenvolvidas por Jonathan Uliel Saldanha nos últimos anos, as quais foram digitalmente trabalhadas em várias etapas, por camadas, e nas quais explora ambientes insólitos, como o de um tribunal afásico e desmembrado, lugar de inquérito a um objeto estático e ausente. Para esta exposição, articulando a projeção vídeo – em um ou vários canais– e criação sonora, com o espaço e linguagem brutalista da arquitetura da Solar, o artista cria uma nova instalação em quatro capítulos, quatro partes de uma única obra. O projeto tem vindo a ser desenvolvido desde 2017 e foi apresentado enquanto performance, em novembro de 2018, no Pequeno Auditório Culturgest, em Lisboa para o Festival Temps d’Image e em Janeiro de 2019 na Sala Rivoli TMP, no Porto, onde serviu de partitura visual a um grupo de intérpretes surdos.

A cooperativa Curtas Metragens CRL tem vindo a seguir o trabalho do artista desde a sua primeira colaboração, em 2015, constituindo agora “Locus Amoenus, Locus Horribilis” um corolário desta relação. Ainda este ano Jonathan Uliel Saldanha integrou a exposição coletiva de homenagem ao centenário da produção do filme “O Gabinete do Dr. Caligari”, do cineasta Robert Wiene, figura marcante do expressionismo alemão. A exposição “O Caso Caligari”, que teve lugar também na Solar — Galeria de Arte Cinemática e decorreu em paralelo ao 27º Curtas Vila do Conde, contou com trabalhos inéditos dos artistas Daniel Blaufuks, Eduardo Brito e Reiner Kohlberger. “Anoxia”, de Jonathan Uliel Saldanha, que foi apresentada numa nova fórmula, com som em quatro canais e imagem vídeo em dupla projeção, foi elaborada a partir de filmagens realizadas numa “ruína contemporânea de um passado recente”, o Palácio São João Novo, no Porto. Ainda antes, Jonathan Uliel Saldanha tinha já participado na programação da Solar – Galeria de Arte Cinemática com uma performance a propósito de uma exposição que arrancou com o Curtas Vila do Conde de 2015, Ruins/Rites/Runes, de Ben Rivers e Ben Russell. E em 2018, durante o mês de julho, o artista trabalhou em conjunto com Moor Mother, artista norte-americana, numa residência promovida pela Curtas Metragens CRL e pela MAD Summer School/IPP. O trabalho resultou numa composição musical inédita, que teve estreia na secção “Stereo” do 26º Festival Curtas Vila do Conde.



Informações

Datas: 24 de novembro de 2019 a 11 de janeiro de 2020

Local: Solar - Galeria de Arte Cinemática, Vila do Conde

cardapio.pt @ 15-11-2019 16:21:52


Clique aqui para ver mais sobre: Exposições