“Pérolas de Colares”… Lendas de Sintra em Doçaria Artesanal

As Pérolas nascem no coração da Sintra Romântica envoltas no espírito lendário de amor e esperança. Tentando que todos os que provam sintam as nuances desse ambiente de conto de fada, que fez nascer Colares e por conseguinte as Pérolas de Colares...

cardapio.pt @ 4-11-2014 11:01:04

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Em jeito de jóia preciosa que enriquece quem a come, encaixam num segmento seletivo, do consumidor que procura não a oferta tradicional de moldes industriais, mas um sabor artesanal que o transporta para o imaginário das Lendas de Sintra e arredores. Com a lembrança da Condessa de Compa que com a sua história de esperança e amor fez nascer Colares e outras histórias.

Ângela Lourenço (proprietária do Restaurante Colares Velho), mulher apaixonada pela vida, pelo romantismo e profundamente conhecedora dos cantos e recantos da Serra de Sintra apresenta em 2014 uma nova fusão contemporânea da ancestral doçaria conventual e da receita original. As Pérolas de Colares – uma pequena queijada à base de amêndoas – contam, literalmente, na sua nova imagem de marca e embalagem a Lenda de Colares, sem esquecer os símbolos principais da vila.

Com data de relançamento para Outubro de 2014, as Pérolas de Colares estarão disponíveis em alguns dos mais emblemáticos espaços de Sintra e Lisboa, entre eles o Restaurante Colares Velho (Colares), o Café Saudade (Sintra), o Café Paris (Sintra), Café Central (Janas), Loja do Mercador (Almoçageme), e na Pastelaria Moinho (Colares).

Adeptas incondicionais do sabor, aroma e lenda que envolve as Pérolas de Colares, Sara e Tristana Esteves Cardoso apadrinham este relançamento.

Mais informações: Facebook Pérolas de Colares

“A Lenda de Colares
Vinha fugida por estes confins da Europa a Condessa de Compa. Já lhe haviam matado o marido e temia agora por si, pelos filhos e outros familiares. E veio pedir a El-Rei Zeilão um pedaço de terra onde pudesse viver. Havia-a seduzido uma terra de muitos pomares, de todas as diversidades de frutas que se ousasse desejar, que se deixava atravessar por gracioso rio que corria coalhado de frutos e flores até se meter ao mar com um ruído suave. El-Rei assentiu aos desejos da nobre viúva, mas exigiu em troca cem pesos de ouro e trezentos de prata. Não era maquia que a Condessa possuísse, pelo que lhe deixou antes os três colares de ouro que trazia ao pescoço. E acordado ficou que se ela não os pudesse resgatar, ficariam entregues ao Mouro como seus, mesmo valendo o dobro. A Condessa edificou castelo, a que chamou de Colir, em referência aos colares de penhor. E nisto quando El-Rei Zeilão vinha caçar à Serra, já era aqui que pernoitava. E nesse mesmo castelo se gerou tanta conversação e amor que Zeilão acabou prometendo fazê-la rainha de Lisboa e a Condessa moura se tornou para com ele poder casar.'

cardapio.pt @ 4-11-2014 11:01:04


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