Bomba Estéreo garantem noite “explosiva” no North Festival

Organização acaba de anunciar 10 novos grandes nomes

Já é conhecido o segundo headliner do primeiro dia do North Festival – festival que irá decorrer na Alfândega do Porto, nos dias 26, 27 e 28 de maio. Os Bomba Estéreo – banda criada na Colômbia, em 2006, pelo músico Simón Mejía e pela irreverente e emblemática cantora Li Saumet – garantirão uma atuação “explosiva” na noite de sexta-feira, 26 de maio. Conhecida por contagiar o público pelos quatro cantos do mundo com a sua mistura avant-garde de ritmos rock e eletrónicos caribenhos, a banda promete arrebatar a Invicta com um espetáculo de arromba. Esta explosão de música colorida e irreverente só podia ser um prelúdio para um dos maiores espetáculos do mundo – The Chemical Brothers, os cabeças de cartaz do dia de abertura do festival.

cardapio.pt @ 5-4-2023 11:20:30

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E porque o North Festival é palco de reencontros, o dia de abertura do festival fica, também, marcado pelo regresso a casa dos Trabalhadores do Comércio. O conjunto volta, assim, aos grandes palcos nacionais e promete “rebobinar a cassete” até aos anos 80, reavivando a memória e matando a saudade do público nortenho com as letras irreverentes de hits como “Chamem a Polícia” e “Taquetinho ou levas no focinho”.

O cartaz do dia 26 de maio não fica, contudo, por aqui. The Legendary Tigerman – nome artístico do músico e compositor português Paulo Furtado – libertará uma massa sonora explosiva e imprevisível, exatamente como é suposto num “Rock n’ Roll Act”, prometendo aos festivaleiros um espetáculo verdadeiramente lendário de blues e rock, sempre com uma veia punk.

A festa do primeiro dia do North Festival continua em alta rotação no palco clubbing. Os ritmos alucinantes de Djeff, King Kami e Progressivu marcarão o passo da pista de dança para que os festivaleiros disfrutem da experiência em after-hours até ao nascer do sol.

Já no sábado, 27 de maio, será Nininho Vaz Maia a enfeitiçar o público do North Festival com a sua icónica mescla entre o flamenco e a pop. O artista sensação, cuja carreira descolou no YouTube, é, atualmente, um dos mais aclamados pelos fãs portugueses e, tal como tem feito até agora, pretende continuar a retribuir o carinho nos grandes palcos nacionais, através de uma viagem pelas suas raízes. No mesmo dia, Batalá vai por toda a gente a dançar com os seus ritmos de percussão de samba reggae. No final da noite, o clubbing recebe Switchdance, com a sua beat hipnótica, e a dupla Rich & Mendes, que promete dar festival.

Com o anúncio destes 10 novos nomes, o North Festival continua a montar um line-up totalmente transversal e eclético. Nesta edição, que está a ser preparada de forma única, para proporcionar uma experiência também ela ímpar aos festivaleiros, o festival já conta com alguns dos maiores nomes da música nacional e internacional, como é o caso de Robbie Williams, Ivete Sangalo, The Chemical Brothers, Ana Castela, Gustavo Mioto, Pedro Abrunhosa, The Black Mamba, entre muitos outros.

Bomba Estéreo prometem noite de arromba

Os Bomba Estéreo são o segundo headliner confirmado para o primeiro dia do North Festival, 26 de maio, e prometem um espetáculo, no mínimo, “explosivo”. A banda, fundada na Colômbia, em 2006, pelo músico Simón Mejía e pela emblemática cantora Li Saumet, tem contagiado o público, um pouco pelos quatros cantos do globo, com a sua mistura colorida e avant-garde de ritmos rock e eletrónicos caribenhos. Agora, na visita ao Porto, há apenas uma garantia: vai ser uma noite de arromba que os festivaleiros não vão esquecer tão cedo!

Assumindo-se, atualmente, como um dos projetos mais amados pelo público a nível mundial, os Bomba Estéreo já foram nomeados três vezes para os Grammy com os seus álbuns “Amanecer”, “Ayo” e, este ano, com “Deja”. A banda também foi nomeada para seis Grammys latinos, onde, em 2015, apresentou o tema “Fiesta” no espetáculo principal da cerimónia com o ator Will Smith. Em 2018, o conjunto alcançou o top 500 dos artistas mais ouvidos do Spotify em todo o mundo.

Em 2021, a banda lançou o seu último álbum, “Deja”, inspirado na natureza, que foi apresentado em quatro momentos, representado pelos elementos “Agua” (Água), “Aire” (Ar), “Tierra” (Terra) e “Fuego” (Fogo). Foi nomeado como Melhor Álbum de Rock Latino ou Alternativo nos Grammys de 2022.

O regresso dos Trabalhadores do Comércio ao vivo e a cores

Não é segrego que o North Festival é palco de reencontros: com os amigos, com os festivais de verão e com os artistas e bandas que marcam – ou marcaram – várias gerações. Para dar continuidade a esta tradição, o dia de abertura do festival, 26 de maio, fica, também, marcado pelo reencontro dos Trabalhadores do Comércio com a cidade que os viu nascer. Nesta viagem ao passado, a sua fiel legião de fãs poderá “matar saudades” das letras irreverentes de hits como “Chamem a Polícia” e “Taquetinho ou levas no focinho”. Neste emblemático regresso a casa e, sobretudo, aos grandes palcos nacionais, a banda portuense, formada por Sérgio Castro e Álvaro Azevedo e a quem mais tarde se juntaria João Luís Médicis, que quando o grupo começou tinha apenas 7 anos, promete “rebobinar a cassete” até aos anos 80, reavivando a memória dos portugueses.

O sotaque carregado do norte, e a forma como isso soava, fez com que os Trabalhadores do Comércio se tornassem um caso sério de sucesso no nosso país. O primeiro disco da banda, lançado em 1981, chamado “Trips à moda do Porto”, tornou-se um sucesso absoluto, com singles como “Chamem a Polícia” e “Taquetinho ou levas no focinho” a dominarem as rádios e a tornarem o grupo um nome conhecido por todos.

Mas, e como os próprios Trabalhadores admitem, “tudo isto é passado”. Sem deixar de preservar o seu legado, a banda continua a “fazer caminho”, seguindo em frente e sempre com a intenção de inovar, sem descurar a sua habitual irreverência, a sonoridade cuidada e uma mestiçagem de estilos que lhes é peculiar e tão cara. Foi por isso que se propuseram lançar, em 2023, um novo álbum, “Objecto”. O primeiro tema será lançado no dia 1 de maio, para ir “adoçando os queixos ao pobo”, com um segundo single previsto para os primeiros dias de junho.

A “imparável máquina rock” de The Legendary Tigerman

No dia 26 de maio, ao vivo, a “imparável máquina rock” de The Legendary Tigerman, manobrada por Paulo Furtado, Filipe Rocha, Cabrita e Katari, promete libertar uma massa sonora explosiva e imprevisível no North Festival, exatamente como é suposto num “Rock n’ Roll Act”.

Com uma carreira caraterizada pela reinvenção de géneros como blues, rock ou o garage rock, mantendo sempre uma veia punk, a reputação de The Legendary Tigerman é sustentada por uma galopante carreira internacional, iniciada com o lançamento do icónico álbum “Naked Blues”, em 2001. Em poucos anos, transformou-se numa referência e, graças ao aclamado “Femina” (2009), deixou o seu nome inscrito no panteão do rock mais criativo feito na Europa. Com “True” (2014) e “Misfit” (2018), dois álbuns que exploram as densas paisagens sonoras de um rock n’ roll que se afasta de lugares comuns, consolidou-se no panorama do rock internacional.

O sucesso de The Legendary Tigerman ultrapassa as fronteiras nacionais, fruto de digressões em diversos países da Europa, Ásia e América Latina. Focado em ser um catalisador de música única e autêntica, The Legendary Tigerman é um dos principais nomes do rock n’ roll europeu, renovando-se a cada disco com criatividade e inovação. O próximo será lançado ainda este ano.

Djeff traz a energia contagiante do afro house ao North Festival

Para os festivaleiros que ainda tenham energia, a noite de 26 de maio continua no palco clubbing, com destaque para Djeff e para a música afro house. Pela noite dentro, o artista trará uma energia contagiante à pista de dança e a mesma paixão pela música que o levaram a espetáculos em grandes festivais internacionais, como Untold Festival, Suncébeat, Watergate, Rex e Djoon Paris, Fabric London, e a digressões na África do Suk, México, EUA, além de Portugal e Angola, entre outros.

Nascido em Lisboa, Djeff herdou um legado cultural angolano, da mãe, e cabo-verdiano, do pai. E são precisamente as suas origens e a inspiração musical que delas provém que permitem ao artista criar um som tão moderno, a que nenhum festivaleiro ficará indiferente. Em 2008, Djeff mudou-se para Luanda (Angola), onde começou a trabalhar em produção musical, com inspiração pelo meio envolvente em que vivia. Depois dos seus primeiros singles e remixes, lançou o seu álbum de estreia “Malembe Malembe”, em 2011, na Kazukuta Records – a sua própria editora, cujo objetivo é promover a música de grandes talentos que estejam a passar por dificuldades –, que foi a primeira editora discográfica eletrónica a sair de Angola.

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