10/5/2026 a 10/5/2026
Carmina Burana em concerto especial da Orquestra Filarmónica Portuguesa
No dia 10 de Maio no Centro Cultural Olga Cadaval
O Centro Cultural Olga Cadaval, recebe, no dia 10 de maio, às 18h00, a apresentação de Carmina Burana, de Carl Orff, num concerto especial que celebra os 10 anos da Orquestra Filarmónica Portuguesa. Esta obra icónica, composta nos anos 1930, é famosa pelo coro O Fortuna, que retrata a roda da fortuna e os altos e baixos da vida. Composta a partir de poemas medievais, a cantata mistura momentos grandiosos, celebrações da primavera, do amor e da alegria, numa experiência musical única.
cardapio.pt @ 15-4-2026 11:53:31
O espetáculo conta com três solistas (soprano, tenor e barítono), dois coros e uma grande orquestra, oferecendo ao público Sintrense uma experiência intensa e emocionante.
Não perca a oportunidade de ver esta obra-prima ao vivo, interpretada por músicos de excelência, e celebrar a música com a Orquestra Filarmónica Portuguesa.
Carmina Burana
Carmina Burana é uma cantata cénica composta por Carl Orff em 1935-1936 e estreada em 8 de junho de 1937 na Alte Oper de Frankfurt, sob direção de Bertil Wetzelsberger. O título completo, em latim, é "Carmina Burana: Cantiones profanæ, cantoribus et choris cantandæ, comitantibus instrumentis atque imaginibus magicis", que se pode traduzir como «Poemas cantados de Beuern: Cantos profanos, para cantores solistas e coros, com acompanhamento instrumental e imagens mágicas». A obra Carmina Burana constitui parte dos Trionfi, uma trilogia musical que inclui ainda as cantatas Catulli Carmina (1943) e Trionfo di Afroddite (1953). O movimento mais célebre é o coro inicial e final O Fortuna. Os 24 textos foram selecionados da coletânea de manuscritos medievais homónima, os Carmina Burana.
O libreto contém textos em Latim, Alto Alemão Médio Antigo (Mittelhochdeutsch) e Provençal.
A cantata é emoldurada por um símbolo da Antiguidade - a roda da fortuna, eternamente girando, trazendo alternadamente boa e má sorte. É uma parábola da vida humana exposta a constante mudança, mas não apresenta uma trama precisa.
Orff optou por compor uma música inteiramente nova, embora no manuscrito original existissem alguns traços musicais para alguns trechos. Requer três solistas (soprano, tenor e barítono, dois coros (um dos quais de vozes brancas) e uma grande orquestra.
A obra é estruturada em prólogo e duas partes. No prólogo há uma invocação à deusa Fortuna na qual desfilam vários personagens emblemáticos dos vários destinos individuais. Na primeira parte se celebra o encontro do Homem com a Natureza, particularmente o despertar da primavera - "Veris laeta facies" ou a alegria da primavera. Na segunda, "In taberna", preponderam os cantos goliardescos que celebram as maravilhas do vinho e do amor (“Amor volat undique”), culminando com o coro de glorificação da bela jovem ("Ave, formosíssima"). No final, repete-se o coro de invocação à Fortuna ("O Fortuna, velut luna”).
Carmina Burana
Carl Orff - Carmina Burana | Bárbara Barradas, soprano | João Terleira, tenor | Tiago Amado Gomes, barítono | Coro Sinfónico Lisboa Cantat (Maestro Jorge Carvalho Alves) | Coro Infantil da Academia de Música de Alcobaça | Orquestra Filarmónica Portuguesa | Maestro - Osvaldo Ferreira
> 6 anos, 120 minutos com intervalo
cardapio.pt @ 15-4-2026 11:53:31
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