Quinta do Sampayo estreia-se nos rosés

De Vale da Pinta sai o primeiro rosé DOC da Quinta do Sampayo. Esta edição limitada, de apenas 1350 garrafas, distingue-se pela frescura, leveza e teor alcoólico moderado de 12%, características que se enquadram na tendência cada vez mais crescente de vinhos leves, que apetece repetir.  A novidade alia-se à certificação vegan recentemente conquistada, reforçando o compromisso da marca com práticas responsáveis e sustentáveis. O rosé, colheita 2025, foi apresentado no Algarve e está disponível para venda na página oficial da Quinta do Sampayo bem como em espaços selecionados, com um PVP de 12€. 

cardapio.pt @ 6-5-2026 17:39:42

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Produzido a partir das castas autóctones Castelão e Aragonez, este vinho representa uma tradução fiel de Vale da Pinta: os solos argilo-calcários conferem mineralidade, enquanto o calor do verão intensifica os aromas frutados e frescos que caracterizam este vinho.

Voluntariamente versátil, adapta-se a diferentes momentos e acompanhamentos. O ideal é servi-lo fresco, entre os 10ºC e os 12ºC, combinando com refeições leves e com alguma acidez, especialmente pratos de peixe, sushi, ceviche ou simplesmente com momentos informais de convívio.

“Acreditamos que o vinho deve ser simples, leve e feliz. Este rosé foi pensado para acompanhar momentos de alegria e descontração, exatamente como gostamos de viver e partilhar”, afirma Ana Macedo, administradora da Quinta do Sampayo.

A nova referência da marca, nascida de práticas de agricultura regenerativa, foi apresentada no Pine Cliffs Algarve, num evento reservado a um grupo restrito de profissionais do setor, assinalando a entrada da Quinta do Sampayo no universo dos rosés com uma proposta “moderna, sustentável e de forte personalidade”.

“Este rosé marca a estreia da Quinta do Sampayo na categoria e assinala o início de uma nova fase do projeto, mais focada na qualidade e na distinção. A marca aposta em vinhos com identidade, ligados à origem, à agricultura regenerativa e a valores genuínos de sustentabilidade. O lote, pouco comum na conjugação das duas castas, ganha ainda mais interesse pelo uso de uvas de cepas de idade respeitável — uma escolha que reforça a ambição do vinho. Mantém-se atual, leve e muito prazeroso, mas com uma dimensão que vai além do copo, refletindo uma forma de estar e de fazer vinho”, completa Manuel Moreira, sommelier, wine educator e parceiro da Quinta do Sampayo.



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