30/3/2017 a 30/3/2017 MEMORIAL DO CONVENTO | DE JOSÉ SARAMAGO

Pela Éter Produção Cultural

O Centro Cultural Olga Cadaval recebe a adaptação dramatúrgica da obra de José Saramago, Memorial do Convento. Na presente adaptação dramatúrgica, a relação dinâmica entre os cinco atores, a música original, a luz e os espaços cénicos dão vida a dezassete personagens e a momentos essenciais da obra.

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Unidos por um amor maravilhoso, Blimunda e Baltasar reúnem-se a Padre Bartolomeu de Gusmão e ao seu sonho de voar. A Passarola, máquina voadora, misto de barco e de pássaro, nasce do saber científico de Padre Bartolomeu, da força de trabalho de Baltasar e dos poderes de Blimunda recolhendo as vontades humanas (“as nuvens fechadas”) que alimentarão a máquina e a farão voar. A história encantada, que revolucionou a literatura portuguesa, do nascimento de um convento no século XVIII.

Na presente adaptação dramatúrgica, a relação dinâmica entre os cinco atores, a música original, a luz e os espaços cénicos dão vida a dezassete personagens e a momentos essenciais de Memorial do Convento.

 Ficha artística e técnica

Texto José Saramago | Adaptação Dramatúrgica Filomena Oliveira e Miguel Real | Encenação Filomena Oliveira | Orgânica sonora e Música original David Martins | Voz Andreia João | Piano Sandra Nunes

Interpretação

Blimunda Leonor Cabral | Rita Fernandes | Rute Lizardo | Suzana Branco

Baltasar Diogo Andrade | Pedro Oliveira | Sérgio Moura Afonso

Pde Bartolomeu de Gusmão João Brás | Paulo Campos dos Reis | Rogério Jacques

Camareiro, Frade franciscano, Arquiteto Ludovice, Pai Sete-Sóis, Manuel Milho, Almoxarife, Homem no Auto de Fé João Mais | Miguel Simões

Camareiro, D. João V, Scarlatti, Álvaro Diogo, Zé Pequeno, frade dominicano Filipe Araújo | João de Brito | Ricardo Soares

 INSTALAÇÃO "Cabaça"

Para o público do espetáculo oferecemos ainda uma experiência baseada na atmosfera característica da Guiné-Bissau e da sua diversidade cultural em forma de som, vídeo, luz, cenografia e fotografia, elementos que podem ser manipulados pelos visitantes através de sensores. “Cabaça” pretende revelar o mais belo da Guiné-Bissau, chamando ao mesmo tempo a atenção para os problemas patentes em países em desenvolvimento, sensibilizando o visitante a atuar no seio da sociedade para uma maior harmonia na humanidade.

Conceção da Instalação “Cabaça” José Ricardo | David Martins

Espetáculos para escolas

Classificação etária: > 12 anos

Duração aproximada: 90 minutos (sem intervalo)


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