Lançamentos Grupo Almedina Maio 2026
cardapio.pt @ 19-5-2026 18:43:00
Fósforos Riscados no Vento Crónicas de Mário Cláudio
Editora: Editora Minotauro
Sinopse: «A rádio é desde sempre um território de histórias contadas, e cada uma destas crónicas é uma narrativa de diferentes recantos, um espelho poliédrico, elegante prosa que na voz do autor ganhou melodia, entoação irónica, ritmo próprio. E não foi assim que nasceu a literatura? Por vezes recuperando a inocência da infância, outras aceitando e enaltecendo a idade maior — o tempo, a memória, os outros, o mundo. Lemos sobre a importância das coisas simples e de gestos antigos, com a grandeza que aí reside. As crónicas de Mário Cláudio são cartas de apresentação da nossa humanidade, dando-nos, como no verso de Pessoa, ""A esperança como um fósforo inda aceso"".»
Do Prefácio de Luís Caetano
A Justiça no 25 de Abril e o Caso José Diogo de Luís Eloy Azevedo
Editora: Edições Almedina
Sinopse: «Este livro é uma excelente análise de tudo o que se passou à volta das facadas de José Diogo, mostrando todos os problemas da justiça em tempos de revolução e os modos como todos os actores, militares moderados, autores da Constituição de 1976, grupos políticos, artistas e comentadores, navegaram naquilo que os leitores de Max Weber conhecem como o ruído do mundo, o momento em que nenhuma acção acaba por ter os resultados pretendidos pelos seus autores. Mesmo as facadas de José Diogo.» José Pacheco Pereira, in Prefácio
Diário de Um Melga 3, 2, 1... Férias! de Vanessa Jesus; Ilustração: Marco Martins
Editora: Editora Minotauro
Sinopse: 3, 2, 1, a campainha tocou.
O Óscar tem 12 anos e é escusado estar com rodeios: é um tagarela.
As opiniões já o meteram em algumas chatices... e o desfecho é sempre o mesmo: o gabinete do diretor.
Por isso, disseram-lhe que devia escrever um diário, para refletir sobre os seus dias.
Mas os problemas são passado. As aulas acabaram. Chegaram as férias e a merecida PAZ.
Será mesmo?
Hamlet de William Shakespeare
Editora: Edições 70
Sinopse: Esta não é mais uma tradução de Hamlet. Ao recusar as perdas tradicionalmente aceites na transposição de Shakespeare para o português, e partindo da convicção de que a língua portuguesa dispõe de amplitude expressiva, subtileza rítmica, plasticidade semântica e riqueza lexical suficientes para acolher o texto shakespeariano sem concessões essenciais, Daniel Ramalho propõe-se preservar rigorosamente a métrica original, aliando literalismo a musicalidade, numa nova transposição ímpar e inaugural do fôlego encantatório do vate inglês.
O objectivo é proporcionar ao leitor a experiência plena da cadência poética e da energia rítmica de Shakespeare, mantendo trocadilhos, duplos sentidos, aliterações, rimas, expressões idiomáticas e mais de sessenta hendíadis tão próximos do original quanto a língua portuguesa consente, bem como os campos lexicais e referências específicas — da marinharia à falcoaria, da bocha ao tiro com arco —, ainda que hoje datadas.
O Pior Livro do Mundo de Joey Acker
Editora: Editora Minotauro
Sinopse: Aviso: Este É o PIOR livro do mundo .
Se o seu filho riu incontrolavelmente com livros como o Livro sem Bonecos ou Não Deixes o Pombo Guiar o Autocarro, não espere para que ele conheça o Sem Nome, uma personagem que tem a certeza absoluta de que este livro é o PIOR livro do mundo.
Porquê?
Porque não tem uma história.
Não tem personagens.
É praticamente ilegível.
A arte? Tão simples e monótona que quase dói.
O enredo? Uma confusão caótica. (Ou será genial?)
E, ainda assim... as crianças Não conseguem parar de rir.
Juja de Nino Haratischwili
Editora: Editora Minotauro
Sinopse: Em 1953, uma adolescente, Jeanne Saré, salta para a frente de um comboio na estação Gare du Nord. Deixa um livro que alguns consideram ilegível, mas que outros veem como um elogio à vida e à luta das mulheres. Quando publicada quase vinte anos mais tarde, a obra desencadeia uma onda de suicídios. É retirada às pressas das livrarias e acaba por ser esquecida.
Então, em 2004, duas mulheres de cantos opostos do globo — Amsterdão e Sidney — redescobrem o livro de Jeanne Saré e dedicam-se a investigar quem era a autora e o que lhe aconteceu. Mulheres de tempos diferentes associaram as suas histórias às de Saré, muitas vezes, com resultados devastadores, mas a verdade sobre ela pode ser ainda mais estranha do que as ficções que inventaram.
Escritos Políticos de Nicolau Maquiavel, Giovanni Damele e Inês Pinheiro
Editora: Edições 70
Sinopse: Nestes escritos, é possível ver a formação e o desenvolvimento da abordagem maquiaveliana à Arte do Estado, a partir de uma práxis que se transforma num conjunto de observações que têm sempre como norte a inelutável força das circunstâncias. Por um lado, encontram-se neles repertórios de autênticas instruções práticas, por outro, páginas cuja clareza conceitual antecipa os escritos ulteriores, como no incipit de «Palavras a dizer sobre a provisão do dinheiro», que reenvia diretamente para as primeiras linhas de o Príncipe.
Numa Itália fragmentada, calcorreada por exércitos estrangeiros, e, ao mesmo tempo, culturalmente viva e politicamente dividida e frágil, estes Escritos Políticos, redigidos por motivos profissionais, sob a solicitação e, por vezes, a pressão dos acontecimentos, são um exemplo de reflexão teórica nunca desvinculada da realidade.
As Palavras Debaixo da Cama de Sofia Fraga; Ilustração: Ricardo Ladeira
Editora: Editora Minotauro
Sinopse: Posso um…? No dia em que o Vasco fez desaparecer um verbo de ação, a mãe não esteve com meias-medidas e toca de o procurar em todos os cantos da casa. Mas, por mais móveis que desarredasse e por mais que o chamasse, o verbo nem vê-lo. A situação só piorou quando adjetivos, nomes e pronomes seguiram o mesmo caminho, fosse lá ele qual fosse, deixando o Vasco a tropeçar no silêncio.
Será que, em vez de as fazer desaparecer, o Vasco estava a guardar as palavras? E, se sim, para quem?
Uma história doce e comovente sobre a importância das palavras, num mundo que insiste mais e mais na simplificação.
cardapio.pt @ 19-5-2026 18:43:00
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