Novidades Livros (28 de novembro a 4 de dezembro de 2019)

cardapio.pt @ 27-11-2019 17:17:43

Agenda Analógica 2020 (amarelo)

Editor: Tinta da China

Sinopse: Agenda Analógica da Tinta -da-China: Porque nem tudo tem de ser electrónico.


Manual de instruções:
1. Esta agenda não sincroniza automaticamente com outros dispositivos;
2. Esta agenda requer a utilização de lápis ou caneta;
3. Com esta agenda, não vale a pena deslizar o dedo: é preciso virar a página;
4. Recomenda-se o uso desta agenda para anotar tudo aquilo que quer fazer sem utilizar uma ligação à internet;
5. Esta agenda é feita de papel, tinta e amor, e tem uma bateria com duração ilimitada: como os nossos livros.

Características: Tamanho A5; 1 página por dia; capa dura.

"Diário Gráfico - A experiência de Deus na vida diária2 de Nuno Branco

Editor: Frente e Verso

Sinopse: «"Deus, afinal, não estaria ao meu alcance" parecia ter tons de uma revelação, mas agora ao contrário. Do avesso. Imaginem que vos diziam que Deus também Se revela, mesmo quando Se esconde. Como encaixaríamos uma afirmação desta envergadura? Ou que estaria presente mesmo quando faz notar a sua ausência? E, portanto, agora a pergunta: "Onde estaria Deus?" - que me aparece sobretudo quando faço viagens sozinho - não era tanto uma dúvida de fé, mas tão somente o desejo de conhecer e tocar o eventual lugar habitado por Deus. Deus, estando, teria de estar num determinado lugar, mesmo que esse lugar não O aprisionasse».


Através da expressão gráfica, o Diário Gráfico transporta para a escrita diária o desejo de aprofundar a consciência espiritual da vida humana, convidando o leitor a reconhecer também, através das suas páginas, a presença inaugural e misteriosa de Deus na vida diária.

"Prazer e Glória" de Agustina Bessa-Luís

Editor: Relógio D'Água

Sinopse: «A ironia mordaz do percurso niilista está patente desde o título Prazer e Glória. Três gerações de personagens que se movem, se casam, procriam, sem viverem nada que lhes proporcione um verdadeiro prazer de viver, que as faça experienciar a glória de uma manifestação da vida que lhes escapa pelos meandros de uma cultura falsa. A obra de Agustina é uma água-forte lançada ao rosto de uma geração que teima em não acordar. A artista bem se esforça por chamar um povo que não desperta. Mas a sua obra tem uma portentosa energia cujo porvir está ainda no início.»


Do Prefácio

Agenda Analógica 2020 (vermelho)

Editor: Tinta da China

Sinopse: 
Agenda Analógica da Tinta -da-china: Porque nem tudo tem de ser electrónico.

Manual de instruções:
1. Esta agenda não sincroniza automaticamente com outros dispositivos;
2. Esta agenda requer a utilização de lápis ou caneta;
3. Com esta agenda, não vale a pena deslizar o dedo: é preciso virar a página;
4. Recomenda-se o uso desta agenda para anotar tudo aquilo que quer fazer sem utilizar uma ligação à internet;
5. Esta agenda é feita de papel, tinta e amor, e tem uma bateria com duração ilimitada: como os nossos livros.

Características: Tamanho A5; 1 página por dia; capa dura.

"Florbela Espanca – O Fado" de Samuel Lopes

Editor: SevenMuses Musibooks

Sinopse: O Fado é a obra que celebra os 125 anos do nascimento de Florbela Espanca - considerada a maior expressão da poesia feminina da língua portuguesa. Esta obra apresenta pela primeira vez a poesia de Florbela Espanca em livro e disco nas vozes do fado no feminino.

O livro inclui a apresentação, O Fado em Florbela Espanca com notas biográficas, os poemas cantados e fotos das artistas que dão voz aos poemas. Este trabalho oferece um CD com 18 temas dos quais 9 são gravações inéditas.

"O Traidor de Baltazar" de Matos Caeiro

Editor: Rosmaninho

Sinopse: Viajando de La Rochelle para Lisboa, a rainha de Portugal, casada por procuração com o rei D. Afonso VI, é escoltada por armada francesa, para a sua aclamação na capital. Devido aos confrontos com França pelos domínios ultramarinos, Espanha tenta opor-se e envia armada para tentar barrar-lhe a entrada em Lisboa.

No ataque da armada espanhola ao forte de S. João Baptista, depara-se-lhe uma resistência heroica da guarnição portuguesa.

A sua bravura é tal que só é tomada por traição, não antes de terem inflingido pesadas baixas e afundado vários navios espanhóis.
O traidor, Lucas Alves, consegue salvar-se e dá à costa, fugindo incógnito pelo país até atingir um couto na Galiza onde julga ficar a salvo.

Tradição à Mesa

Editor: Teleculinária

Sinopse: A gastronomia portuguesa está recheada de tradições e sabores irresistíveis, e, como já é também tradição da TeleCulinária, neste livro vai encontrar reunidas mais de receitas tradicionais que irão transformar as suas refeições numa mesa farta, para partilhar em boa companhia com a família e amigos, venha descobrir os pratos mais emblemáticos para servir como entrada, prato de peixe ou de carne, sem esquecer os nossos doces irresistíveis...porque afinal, a tradição ainda é o que era!

Doces Tradicionais Portugueses

Editor: Teleculinária

Sinopse: Das melhores tradições que Portugal tem para celebrar é a sua doçaria! Neste livro da Teleculinária verá bolos, pastéis, doces de colher, pudins, tortas e tantos outros que nos deixam sempre com água na boca ao passar na montra da pastelaria. Leve a mais doce tradição portuguesa para sua casa e delicie-se a si, à sua família e aos seus amigos das mais variadas formas!

"Não Pai" de Daniel Blaufuks

Editor: Tinta da China

Sinopse: O desabafo de um filho em busca de um pai, ou quando as palavras têm de valer mais do que uma imagem de ausência - mesmo para um dos mais conceituados artistas visuais portugueses.

As fotografias captam uma presença, fixam uma imagem. Daniel Blaufuks sabe isso como poucos. Mas este livro é sobre uma ausência - a do seu pai, que se foi esfumando em vida desde que Daniel tinha dois anos -, e é uma investigação emocional feita sobretudo com palavras, e através da partilha crua e honesta de um longo processo de perda.

Não Pai parte do momento em que chega uma carta da viúva do pai a comunicar a sua morte mais de um mês depois de esta ter acontecido, para depois percorrer um caminho de memórias confusas, enormes vazios e gestão de despojos - sejam os isqueiros de uma lista de herança rejeitada ou a angústia de uma fotografia que nunca se vai poder tirar.

"Sísifo - Ensaio sobre a repetição em sessenta saltos" de Vinicius Calderoni e Gregório Duvivier

Editor: Tinta da China

Sinopse: Monólogo de Gregorio Duvivier, em livro e em palco.

O famoso humorista brasileiro, um dos membros do grupo Porta dos Fundos, vem a Portugal interpretar um texto escrito a quatro mãos com Vinicius Calderoni, que será em simultâneo publicado em livro.

O próprio Gregorio Duvivier, ao falar de Sísifo numa das suas crónicas da Folha de S. Paulo, refere-se ao mito nestes termos: «O pobre grego foi o primeiro GIF – está preso num microvídeo circular infinito.»

É essa epopeia metafórica sobre a inutilidade dos esforços humanos que ganha, neste texto, contornos muito actuais, transferida para uma sociedade que anda à velocidade da tecnologia e das redes sociais, e com reflexões sobre fake news, consumismo, sacos de plástico, playlists e as impossibilidades do amor.

Texto da peça que será interpretada por Gregorio Duvivier nos palcos portugueses em Novembro e Dezembro.

"A Cidade das Crianças Uma Nova Forma de Pensar a Cidade" de Francesco Tonucci

Editor: Faktoria K de Livros

Sinopse: Ciente de que uma cidade à medida das crianças deve ser necessariamente uma cidade com maior qualidade de vida para todos os cidadãos, a autor apresenta com esta obra uma nova filosofia para o seu governo, com base em experiências concretas, em que as crianças são consideradas como o seu elemento-chave. Ao mesmo tempo lança um repto aos responsáveis públicos para que adoptem novas estratégias e rompam com medidas que põem em perigo o futuro das cidades.


"A utilidade do inútil", de Nuccio Ordine, e a "Gramática da Fantasia", de Gianni Rodari, inauguraram a Ágora K, uma colecção que pretende ser um fórum de discussão de ideias em torno de temáticas contemporâneas de diferentes áreas. A estes dois títulos junta-se agora "A cidade das crianças" de Francesco Tonucci.

"Sob a forma do silêncio" de Emanuel Madalena

Editor: Porto Editora

Sinopse: «É poderosa a imagem com que Emanuel Madalena se apresenta, insinuando a poesia como modo de trocar "a modéstia da voz / pelo contrabando da língua". Tudo quanto é seguro é deixado fora da poesia. A estreia do poeta é a inauguração do perigo, proposta de uma angústia outra vez original.


Corajoso o regresso à "torre", tão elevado quanto cercado por seu ponto de vista, sem completude, apenas intensificação. Não há possibilidade de completude nem de sossego. Todos os planos serão um vício. E isso é imediatamente Wittgenstein, cuja pessoa e obra são o eixo de todo o livro. Wittgenstein é a afinação de cada verso, para a lucidez perante o fracasso e para o irresistível da amorosidade. Ele é a profunda intimidade do livro, convocando amantes, cúmplices, aludindo ao dia da morte, inscrevendo nos versos de Madalena a mesma folia pelo rigor de um pensamento que, afinal, conflitua sempre mais. Como uma matemática que se ramifica e complexifica até ao infinito, na tremenda abstracção ou no já indizível, sem mais prova senão uma certa fé, um certo génio.

Maduríssimo primeiro livro, construído na ansiedade crítica do olhar "sob a forma do eterno". Se o poeta claudica entre erro e fracasso, seu sentido está em depurar, de tudo o que pode saber, o que é fantasia e o que sobra de verdade. Entre o vocábulo e o indizível, o poema é a oferenda possível, vastidão mais absoluta que há. Impressiona-me que Madalena estreie magnificamente consciente da vastidão mais absoluta que há.»

por Valter Hugo Mãe, coordenador da coleção elogio da sombra

"Star Wars - Somos a Resistência"

Editor:Editorial Planeta

Sinopse: LIVROS OFICIAIS STAR WARS, para os mais jovens. Excelentes ilustrações e um emocionante resumo de cada história. Neste livro apresentam-se os heróis da Resistência que unidos são a melhor arma contra a terrível Primeira Ordem e a salvação da galáxia.

"Poemas e Canções II" de Leonard Cohen

Editor: Relógio D'Água

Sinopse: Poemas e Canções é a mais vasta antologia de Leonard Cohen até hoje publicada. Escolhida com a participação do próprio autor, e integrando vários poemas inéditos, reúne os principais textos — se exceptuarmos os romances — da sua produção literária e musical. No seu conjunto, é uma viagem imaginária através da beleza, do horror, do amor e do desespero.


Leonard Cohen nasceu em Montreal em 1934. Em 1956 editou Comparemos Mitologias. O seu primeiro disco, Songs of Leonard Cohen, divulgado em 1967, foi um assinalável início musical e popularizou algumas das suas canções mais famosas, como Suzanne.

Desde os anos 60, foram publicados onze livros de poemas, dois romances e dezassete álbuns musicais de Cohen, que o tornaram um dos mais conhecidos e influentes artistas, no Canadá, nos Estados Unidos da América e na Europa.

"Almanaque da Formação 80 Anos do Futebol Jovem em Portugal" de Rui Miguel Tovar

Editor: Federação Portuguesa de Futebol

Sinopse: Passaram 80 anos desde a primeira final de sempre das camadas jovens em Portugal: um jogo entre Sporting e Académica. Desde então, nomes como o de Pauleta, que marcou no 10-1, entre Porto e Santa Clara, nas Antas, ou o de Bandeirinha, campeão em Mundial de 86 (sem nunca chegar a representar a selecção), saltam à vista. Ou, no caso dos treinadores: Eusébio foi campeão nacional de juvenis em 83; Manuel Machado desfeiteou craques como Figo, ou Porfírio, numa final de campeonato resolvida a penaltis, entre o Sporting e o Vitória SC; Aurélio, o olheiro que todo o mundo reconhece, foi campeão de juvenis pelo Sporting; Manuel Queiróz foi tricampeão pelo Boavista; António Feliciano, uma das famosas Torres de Belém dos anos 40/50, alargou essa marca para seis, ao serviço do Porto; pelo meio, o Benfica contou com o argentino José Valdivieso, pentacampeão em seis anos. E o que dizer da epopeia do Sporting de Aurélio Pereira (novamente ele) em 2006? Campeão em toda a linha, entre juniores, juvenis e iniciados.

"Mrs Haroy ou a Memória da Baleia" de Jean Portante

Editor: Editora Exclamação

Sinopse: «A história da baleia exposta nos dias frios de Inverno na gare de Luxemburgo não deixaria de se condensar na sua memória por uma razão que o narrador dá bem a ouvir, o seu próprio destino de filho de emigrantes italianos no Luxemburgo identificam-no com aquele que é deslocado, migratório, por vontade ou à força, neste mundo que é o nosso. E Mrs Haroy, a baleia, tinha conhecido precisamente esse destino.»

Ismaïl Kadaré









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