Reedição d’ "A Torre da Barbela" assinala centenário de Ruben A.

O Grupo Porto Editora celebra os 100 anos do nascimento deste singular autor publicando, de forma excecional, a sua obra mais emblemática na Coleção Miniatura, da chancela Livros do Brasil. Esta versão do romance em formato de bolso é editada, precisamente, na data de nascimento do escritor: 26 de maio.

cardapio.pt @ 19-5-2020 17:21:01

A 26 de maio — precisamente a data de nascimento de Ruben A. —, fica disponível nas livrarias, e em formato ebook, a edição de bolso daquela que é a sua mais famosa obra. A Torre da Barbela é um espantoso retrato psicológico do país desde a sua fundação. Publicada em 1964, esta obra mereceu a Ruben A. o prémio Ricardo Malheiros, atribuído no ano seguinte pela Academia de Ciências de Lisboa.

Na margem esquerda do rio Lima, existe uma antiga torre de vigia, tão antiga quanto o nascimento da nação lusitana (e a única torre triangular de toda a Península!). Nos dias que correm, a Torre da Barbela é um velho monumento, memória do Portugal inventado pelas patranhas de um fantasioso caseiro-guia. O que a centena de turistas enganados não sabe é que, após o horário de visita, os antigos Barbelas, vindos de oito séculos diferentes, ressuscitam e habitam os seus arredores.

«Tem a torre trinta e dois metros de altura, é a maior da Península e os degraus contam-se em oitenta e nove, com patamares de descanso. A vista lá de cima é grandiosa.»
Ruben A.

As comemorações da efeméride terão continuidade no segundo semestre do ano, através das reedições dos títulos O Mundo à Minha Procura Silêncio para 4 pela chancela Assírio & Alvim, que vem publicando a obra de Ruben A. desde a década de 80.


Ficha do livro

Título: A Torre da Barbela

Autor: Ruben A.

Editor: Livros do Brasil

Páginas: 384

Sinopse: Na margem esquerda do rio Lima, existe uma antiga torre de vigia, tão antiga quanto o nascimento da nação lusitana (e a única torre triangular de toda a Península!). Nos dias que correm, a Torre da Barbela é um velho monumento, memória do Portugal inventado pelas patranhas de um fantasioso caseiro-guia. O que a centena de turistas enganados não sabe é que, após o horário de visita, os antigos Barbelas, vindos de oito séculos diferentes, ressuscitam e habitam os seus arredores. Publicado em 1964, A Torre da Barbela é um espantoso retrato psicológico do país desde a sua fundação, que mereceu a Ruben A. o prémio Ricardo Malheiros, atribuído pela Academia de Ciências de Lisboa, em 1965.

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